domingo, 18 de janeiro de 2015

Sermão: Lágrimas do Coração

Tópico:
Deus ea razão para chorar por seus filhos.
O objetivo deste sermão é sobre as emoções de Cristo e sua própria intenção por seres humanos.
Texto baseado: Lucas 19: 41-42
"E quando ele chegou perto da cidade, vendo-a, chorou sobre ela, dizendo: Ah, se você soubesse, pelo menos neste teu dia, as coisas que à tua paz pertence! Mas agora isso está encoberto aos teus olhos. "
Introdução
Olá meu caro amigo, eu estou feliz em cumprimentá-lo através deste meio; Quero aproveitar esta oportunidade para começar a fazer-lhe duas perguntas. Alguma vez você já chorou por algo ou alguém? eo que você fez para corrigir isso? Por muitas vezes eu vi homens e mulheres, velhos e jovens, rapazes e raparigas; choram inconsolavelmente por uma questão pessoal que é capaz de levar ao desespero. Eu comentei que eu não era o significado.
Um dia, na calada da noite, levantar-me do meu sono chorando; Este não era um sonho comum, isso me desequilibrou emocionalmente, eu estava perturbado; como Nabucodonosor lá no seu reino, quando ele sonhou com a estátua. Aquela noite foi uma noite terrível, de medo e angústia; através de lágrimas Eu olhei para o teto. Conversando com Deus lhe disse, e começou a cantar louvores; em meio a lágrimas e música alguém bateu na porta do quarto. Foi o meu pai com uma pergunta: O que você está fazendo, filho? Então eu abri a porta, e sentou-se na minha cama disse-lhe o sono. Eu disse no escuro; Papai teve um sonho onde eu vi que você tinha morrido; Você estava deitado de bruços na areia, também tinha acendido velas ao seu redor. Eu não posso segurar e deitou-se em seus braços, chorei e chorei como nunca tinha feito. Ele me consolou dizendo que "não acredito em sonhos são apenas sonhos, tudo vai ficar bem, você vai ver", em seguida, começou a trabalhar. Quinze dias depois de seis horas de 21 de abril de 2005. Durante o sono tocou alguém fora da minha porta e me disse que o meu pai tinha sido esfaqueado; Eu não acreditei, impossível de acreditar. Como pode ser possível?, Eu ficar na cama pensativo. Levantei-me, fui até o local; e com certeza eu encontrei lá; deitada na areia baixo da boca, com um cobertor sobre ele. Quando me aproximei; Lágrimas brotaram do coração, eu chorei, e foi nesse dia amargo para mim.
Menssagem
Digo isso, porque todo mundo em um grito tempo, e nenhum aviso a ele. Você já pode colar esta experiência, talvez vestidos perto do profundo grito de alguém. Seu já passou por isso o que você fez? Você esta com ou você se aproximar de Deus. Muitos dizem que quando alguém passa por este plano de muitas coisas, mas não resolveu, e quando alguém decide alguma coisa neste estado; ele tem que ir mal.
Algumas coisas na mente são bem marcadas nonhealing feridas durante anos. Pode ser decepção; porque a menina que queria e você fez tudo para ela não aceitá-lo, porque sua esposa deixou você e foi sozinho para ser livre no seu conhecimento; ; ou, talvez, um filho, um pai, uma mãe perdeu que é onde o coração sofre, é o lugar onde você chora de desespero.
A Bíblia nos diz no texto lido na inicialização; Jesus prestes a chegar a uma cidade chamada Jerusalém. Esta cidade, cujo nome é frequentemente utilizado como um símbolo da cidade de Deus e de seus habitantes como os remidos. Desta vez, Jesus dá-nos dois padrões.
"Vendo a cidade, chorou sobre ela". Cristo conhece o futuro, sabe o que vai acontecer, pois nada é incerto, nada está fora de alcance. Naquela época, eu contemplar com seu olhar penetrante cada cidade, e mesmo para aqueles que nele habitam. Não olhando choraram, porque estes que a entrada para a cidade receberá proclamando como rei, com palmeiras, cobertores e aplausos; em poucos dias eles estariam gritando crucificá-lo, que está condenado a morrer, que não é o nosso rei. Longe de olhar para a cidade viu quem cuspir, eles atacam e zombam dele; e continuou a ver dois mil anos, e um pouco mais além. Você vai achar que você olhou a sua vida, sua história, sua luta, sua perigosa jornada no caminho errado, e agora eu continuo assistindo estes aqui, sentado nesta cadeira, lendo estas linhas, eles são para você.
Caro amigo, quando você tomou uma decisão que afetou seu futuro, quando você falou de forma errada, quando você perdeu um ente querido. Ele gritou para você, sofreu por você. Jesus procura antes mesmo que ele te viu, viu que você estaria, viu o que tinha medo e lágrimas; e chorou por você. Para a cidade de Jerusalém foram vendados não reconhecem como seu salvador, séculos depois de a cidade foi tomada casas demolidas em cativeiro e, até mesmo o mesmo templo foi completamente destruído. O povo tomou-o ferozmente.

Você não pode ser o significado, vinde a Jesus com o coração com medo de fé, felicidade, amor e paz. Ele e chorei por você e de mim; você só tem que aceitá-lo neste momento e deixar o direto suas decisões, sua vida, seu trabalho, sua família; vamos deixar de chorar para Jesus, com seus erros com suas más decisões, com os seus ferimentos de suas escolhas. Hoje ele está disposto a ir ao seu encontro como um raio para confortar e profunda limpar suas lágrimas que vêm do coração.
Convite
Decisão hoje por Jesus, como você faz, você comentou que o céu já vai estar atento para o que eles fazem hoje, agora. Que Deus e nosso Senhor Jesus esteja com vocês nesta jornada para o lar celestial, com a ajuda do Pai eterno. amém

quinta-feira, 29 de maio de 2014

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Espalhando Os Livros A Única Esperança

SÁBADO 31 A ÚNICA ESPERANÇA





Publicado em 

Comentário da Lição da Escola Sabatina Ligado na Videira – Estou gostando da Lição. Desde o início, percebi que faríamos um belo passeio pelo Plano da Redenção. Não há como dissociar a Lei do Plano da Redenção.
Ocorre que, insistentemente, a Lição tem afirmado que a obediência a Lei não salva. A Lei mostra que somos pecadores e qual o padrão celestial para uma vida em harmonia com o desejo do Criador. E, porque somos pecadores, então nos encaminha para a única solução possível: Cristo. É Cristo quem nos salva.
Bem, o fato de estar salvo em Cristo de modo algum me faz ignorar a lei. Ter sido alcançado pelo Plano da Redenção não me autoriza a continuar desobediente. A morte de Cristo, além de estar me salvando, está também engrandecendo a imutabilidade da lei. Portanto, jamais a cruz deveria ser usada para desculpar a continuação em pecado.
Mas a Lição continua. E agora fica mais fácil responder essa questão: “Deus nos ama?” – Sim! Não só a cruz nos afirma isso, mas também a lei! Pelo caráter da lei; pelo padrão que ela exige; pela proteção que nos oferece – realmente ela mostra o quanto Deus nos ama.
Nessa semana, vejamos o amor de Deus através da Lei e da Graça. Vejamos a ligação entre essas duas manifestações do amor de Deus. [[Para ler a Meditação Matinal de hoje, clique aqui]].
Domingo – O Pecado e a Lei (25 de maio). Salvos em Cristo, vivamos em novidade de vida. A lei não nos “prende” mais. Mas, o que significa “não nos prende mais”?
Bem, Paulo chega a perguntar: “É a lei pecado?” Entendamos isso.
Em Cristo, a lei não mais me acusa de pecador. Ao contrário, porque estou em Cristo, a lei me considera justificado, perdoado, limpo de coração. A lei não me “prende” mais! (Mas, lembre-se, isso não significa liberdade para voltar ao pecado, ou continuar em pecado).
É a lei pecado? De modo algum! Mas não haveria pecado se não houvesse uma lei que estipulasse esse ou aquele ato como sendo pecado. Ultrapassar um sinal vermelho só é infração porque a lei de trânsito assim estabelece. Mas a lei de trânsito é uma infração? De modo nenhum!
Dia desses vi um policial rodoviário explicando na TV que é infração parar o carro no acostamento para atender o celular. Estranho, não é mesmo?!!! Nem dirigindo, nem no acostamento.
Irmãos, em relação a Lei de Deus, não há nada de estranho. A lei é santa, justa e boa. Ela reflete o caráter dAquele que é eterno. DAquele que conhece o fim desde o começo.
Dizem que o exímio jogador de xadrez mexe numa peça já pensando centenas de jogadas à frente. Sua mente é preparada para isso. Nosso Criador, queridos leitores, conhece completa e absolutamente tudo. Tudo, tudo, tudo. Assim, Seus “nãos” são baseados em Seu pleno conhecimento. Se não houvesse uma lei de trânsito, o que seria de nós? Se não houvesse uma lei dizendo “não cobiçarás”, “não adulterarás”, “não furtarás”, o que seria da humanidade? – Então, é a lei pecado? Porventura não é uma benção?!!!
Veja a vida de Cristo. Ele é nosso exemplo. Ele foi completamente obediente a Lei. Sua vida mostra a beleza e a excelência da Lei. Cristo nos mostrou que vale à pena confiar em Deus quanto as “obrigações” da Lei. [[Para ler a Meditação Matinal de hoje, clique aqui]].
Segunda – A Lei e Israel (26 de maio). Deus deu a Lei para Israel. Não era Sua intenção que o povo se intitulasse “exclusivo”. Na verdade, salvos em Cristo, eles deveriam exemplificar os benefícios de se viver em conformidade com a Lei. A Lei iria torná-los “diferentes” dos outros povos, e, esses, seriam tocados pelo Espírito Santo a desejar fazer parte do povo de Deus. As fronteiras de Israel se ampliariam.
Israel, protegido pela excelência da Lei, seria um instrumento de evangelização mundial. Cooperaria com Deus para a salvação da humanidade. Prepararia o mundo para o primeiro advento de Cristo.
Irmãos, nós somos chamados, pelo poder do Espírito Santo, a obedecer a Lei. Com isso, mostramos em nossa vida a excelência e o caráter da Lei, ou seja, de seu Autor. Sendo assim, não é pouca coisa os “desvios” que cometemos. Isso também influencia as pessoas que estão nos vendo. É verdade que um erro na vida dos outros eles não enxergam como erro. Mas, na nossa, a cobrança é enorme. E o prejuízo também.
Nós somos o Israel espiritual. O Israel atual. Filhos de Abraão. Filhos daquele que ouviu uma promessa de Deus. Ouviu uma benção de Deus. Deus nos mostrou simbolicamente a Abraão através daquele noite estrelada.
“Uma religião relapsa deixa o mundo confuso e desorientado”. Que Deus nos perdoe, e nos corrija em nossa caminhada. Que Deus nos discipline em obediência. Que Deus nos use como “isca” para atrair mais e mais pessoas. Que eles vejam em nós que vale à pena andar segundo a vontade de Deus.
Não vejo vantagem alguma dizer que o antigo Israel falhou. Tomara é que eu não seja motivo de escândalo para ninguém. Para ninguém. [[Para ler a Meditação Matinal de hoje, clique aqui]].
Terça – A Lei e as Nações (27 de maio). Embora os erros do Israel antigo, Deus não deixou as outras nações sem o conhecimento de Sua lei e vontade. Raabe, em Jericó, testificou que sabia sobre o Deus de Israel. A viúva de Sarepta reconhecia em Elias um homem de Deus. Os sábios do Oriente foram ensinar os moradores de Jerusalém que Cristo havia nascido. Esses e outros exemplos não estão à toa na Bíblia! Ensinam que Deus sempre manteve interesse de Se comunicar com todos os povos (mesmo que Israel estivesse falhando nesse propósito).
“Às vezes os que não têm conhecimento de Deus além daquele que receberam sob a operação da graça divina, têm sido bons para com os servos do Senhor, protegendo-os com o risco da própria vida. O Espírito Santo está implantando a graça de Cristo no coração de muito nobre pesquisador da verdade, ativando suas simpatias contrariamente a sua natureza e à sua anterior educação. A “luz verdadeira, que alumia a todo o homem que vem ao mundo”, está brilhando em sua alma; e esta luz, se aceita, guiará seus passos para o reino de Deus. O profeta Miqueias disse: “Se morar nas trevas, o Senhor será a minha luz. [...] Ele me trará a luz, e eu verei a Sua justiça”.
O divino plano de salvação é amplo bastante para abranger o mundo todo. Deus anseia por insuflar na prostrada humanidade o fôlego da vida. E Ele não permitirá fique desapontada qualquer alma que seja sincera em seu anelo de algo mais elevado e mais nobre que aquilo que o mundo possa oferecer. Constantemente está Ele enviando os Seus anjos aos que, conquanto rodeados por circunstâncias as mais desencorajadoras, oram com fé para que algum poder mais alto que eles mesmos tome posse deles, dando-lhes libertação e paz. Por várias maneiras Deus Se lhes revelará, e os colocará em contato com providências que estabelecerão sua confiança nAquele que Se deu a Si mesmo em resgate por todos, “para que pusessem em Deus a sua esperança, e se não esquecessem das obras de Deus, mas guardassem os Seus mandamentos” (Patriarcas e Profetas, capítulo 31 – “Esperança Para os Gentios”).
Em 1904, quando minha bisavó adquiriu uma das raras literaturas adventistas em português, ela disse ao marido que finalmente encontrara uma denominação que observava o sábado. Somos agradecidos porque o Espírito Santo teve misericórdia de uma católica, criando nela um anseio sobre a observância do sétimo dia, quando sequer imagina existir um povo sabatista. Na manhã da ressurreição, conhecerei meus queridos bisavós, e aquele precioso colportor. [[Para ler a Meditação Matinal de hoje, clique aqui]].
Quarta – Graça e Verdade (28 de maio). Suponhamos que Jesus tivesse ido para o Céu ali do Getsêmani, minutos antes de ter dito “Pai, se possível, afasta de Mim este cálice”. Teria sido considerado um Homem perfeito. Fez o que Adão tinha deixado de fazer. Foi obediente. Absolutamente irrepreensível. Como nascera sem pecado, não fora infectado pelo pecado. E, então, ali no Getsêmani, subiria santo para o Céu. (Lembre-se: isso é uma suposição).
Bem, se isso tivesse acontecido, a humanidade não estaria salva. Não adiantaria nenhum outro homem ser irrepreensível (ou tentar ser). A obediência a lei não o salvaria. Enoque, Moisés e Elias teriam que descer do Céu, e morrer a morte que pertence a todos os pecadores.
Irmãos, depois de ser obediente a lei (saindo da suposição e voltando para a realidade), Cristo então Se ofereceu para morrer em nosso lugar. Por ter sido irrepreensível, o Pai O podia aceitar como Substituto. Por ser Deus, tinha vida própria, e a ofereceu em nosso lugar (ninguém dá o que não tem).
Cristo desceu o jardim Getsêmani, e cumpriu o que prometera no jardim do Éden. Salvou a humanidade. Redimiu a humanidade. Onde abundou o pecado, superabundou a graça. Maravilhosa graça. Taça de misericórdia. Preciosa salvação.
O pecado é uma verdade, irmãos, mas a graça também é outra verdade. Não exponha os pecados de alguém, e nem os seus. Esses são atos de Satanás. Fale da graça de Deus. Exponha os atos do Salvador em benefício justamente daqueles que dEle necessitam. É verdade que as pessoas pecam, mas a verdade que deve prevalecer é que a graça baixou até nós, com o propósito de nos erguer.
Ontem vimos um texto do Patriarcas e Profetas. Vou repetir uma frase: “Deus anseia por insuflar na prostrada humanidade o fôlego da vida”. Que graça! [[Para ler a Meditação Matinal de hoje, clique aqui]].
Quinta – A Lei e o Evangelho (29 de maio). Falar de redenção é uma boa nova, o evangelho. Ocorre que Cristo é o Evangelho. NEle temos a boa nova.
A Bíblia deve ser estudada para encontrarmos o Salvador. A mensagem que levamos aos outros dever ser para encaminhá-los para Cristo. Tudo perderia o sentido, inclusive a observância da lei, sem que permitíssemos a obra salvadora de Jesus em nosso favor (lembre-se do jovem rico).
Ainda bem que a Lição tem insistido em explicar a ineficácia da justificação pelas obras. Que seria de nós se dependêssemos de nossas obras para ser aceitos diante do Pai! Que seria! Então, olhando para vários textos escritos por Paulo, temos as explicações do papel da obediência e o da graça. A obediência não me salva, e a desobediência me confirma na perdição. A graça me salva, e provoca em mim a motivação correta para a obediência. Me leva de volta para a lei. E eu, ligado na Videira, dou o fruto correspondente a essa relação. Poderíamos dizer assim: além de me salvar, Cristo me capacita para a obediência.
Minha preocupação é ser considerado experto em teoria sobre justificação e obediência, mas servo infiel, cujo Senhor terá que dizer: “Não vos conheço. Apartai-vos de Mim”.
Sejamos simples nas explicações, e firmes nas ações. [[Para ler a Meditação Matinal de hoje, clique aqui]].
Sexta – Conclusão (30 de maio). “Torne-se distinto e claro o assunto de que não é possível efetuar coisa alguma em nossa posição diante de Deus ou no dom de Deus para nós, por meio do mérito de seres criados. Se a fé e as obras adquirissem o dom da salvação para alguém, o Criador estaria em obrigação para com a criatura. Eis aqui uma oportunidade para a falsidade ser aceita como verdade. Se alguém pode merecer a salvação por alguma coisa que faça, encontra-se, então, na mesma posição que os católicos para fazer penitência por seus pecados. A salvação, nesse caso, consiste em parte numa dívida, que pode ser quitada com o pagamento. Se o homem não pode, por qualquer de suas boas obras, merecer a salvação, então ela tem de ser inteiramente pela graça, recebida pelo homem como pecador, porque ele aceita a Jesus e crê nEle. A salvação é inteiramente um dom gratuito. A justificação pela fé está fora de controvérsia. E toda essa discussão estará terminada logo que seja estabelecida a questão de que os méritos do homem caído, em suas boas obras, jamais poderão obter a vida eterna para ele” (Fé e Obras, capítulo 1 – “Ellen G. White Esclarece as Questões”).

Meditações Diárias – Meditação Matinal – Maio 2014 – Amin Rodor – Encontros com Deus – Ligado na Videira




Como é Deus
Meditações Diárias 2014 – 22 de maio – Ligado na Videira
Entretanto, era preciso que nos regozijássemos e nos alegrássemos, porque esse teu irmão estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado. Lucas 15:32
Nossas definições de Deus, na maioria das vezes, falam mais de nós mesmos do que de Deus. Não raro, elas interpretam mal a Deus. Em Lucas 15, Jesus conta três parábolas em resposta à acusação que Lhe é feita: “Este recebe pecadores” (Lc 15:2). Assim, Ele subverte a doutrina de Deus da teologia farisaica. Segundo Jesus, Deus não exige reforma e santificação como condição para aceitar os que O buscam. Ele não espera transformação moral nem mesmo nosso arrependimento para nos receber.
Isso lhe parece ofensivo? Observe as palavras de Ellen White: “Os judeus ensinavam que o pecador devia arrepender-se antes de lhe ser oferecido o amor de Deus. [...] Conforme sua suposição, [Jesus] não devia permitir que pessoa alguma a Ele se achegasse sem se ter arrependido. [...] Cristo ensina que a salvação não é alcançada por procurarmos a Deus, mas porque Deus nos procura” (Parábolas de Jesus, p. 189). Arrependimento, santificação e reforma não são a base da aceitação por Deus, mas o resultado dela.
Em comovente simplicidade, Jesus descreve como é Deus, Sua bondade, Sua graça e infinita misericórdia. Esse é o Deus a quem Jesus representou. O Deus que recebe os envergonhados, cegos, leprosos, surdos e imundos. Que não nega a culpa, mas perdoa e cura. Querido amigo, encontra-se você no “país distante”? Sua jornada parece ter chegado ao fim, numa viela aparentemente sem saída? Está você desanimado, deprimido pelos descaminhos da vida que o levaram a viver longe do Pai, imaginando que não há esperança para seu caso? Aqui está o Deus que Jesus veio revelar. Aquele que “justifica o ímpio” (Rm 4:5). Ele purifica e restaura. Não apenas nos ofereceu roupas de puro linho, mas “deu o Seu filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3:16).
Aqui está o Deus do evangelho, que celebra e Se regozija com a volta dos perdidos. Corre ao encontro deles. Estende Seus braços eternos para recebê-los e abraçá-los. Esse Deus não coloca nenhum obstáculo aos que retornam. Agora mesmo, pode torná-lo nova criatura, um novo homem ou uma nova mulher. Ele pode dizer-lhe neste mesmo instante, com júbilo que invade o Universo: “Bem-vindo ao lar, meu querido. Estava esperando você!”

O Irmão Mais Velho – 1 – Meditações Diárias 2014 – 23 de maio – Ligado na Videira
Mas ele respondeu a seu pai: Há tantos anos que te sirvo sem jamais transgredir uma ordem tua, e nunca me deste um cabrito sequer para alegrar-me com os meus amigos. Lucas 15:29
Devemos notar que o irmão mais velho é parte importante da parábola de Jesus. No primeiro nível, ele reflete a atitude dos murmuradores fariseus, a audiência primária, para quem a graça divina oferecida aos “publicanos e pecadores” é um desperdício. Em um nível mais profundo, o filho mais velho representa um grupo que está mais perto de nós: as vítimas do legalismo, os “perfeitos”, marcados por complexo de superioridade.
Traços de seu caráter começam a aparecer nas entrelinhas da narrativa. O texto diz que o pai “repartiu os bens entre os dois” (Lc 15:12, NTLH). Será que ele também recebeu sua parte? Na cultura oriental, se esperaria que o filho mais velho reagisse à demanda de seu irmão e rejeitasse qualquer participação nela. Mas seu silêncio indica que suas relações com o pai não eram as melhores. Além disso, se esperaria que ele entrasse verbalmente na história e assumisse o tradicional papel de conciliador. É na última cena, contudo, que sua máscara cai. Ao chegar em casa e ouvir o som da celebração, ele não procura o pai para ter uma explicação. Ele fala com os servos (v. 25, 26). Qualquer filho normalmente entraria em casa para alegrar-se com o pai. As dificuldades seriam resolvidas depois.
O filho mais velho é um emblema daqueles que estão distantes, embora dentro de casa. Ele humilha e desacata publicamente seu pai, que, saindo, procura “conciliá-lo” (v. 28). O filho mais velho faz apenas queixas. Não usa nenhum título de tratamento respeitoso (v. 29, 30). Ele demonstra o espírito de um escravo: “Tenho trabalhado há tantos anos e nunca recebi um cabrito” em pagamento para “alegrar-me com meus amigos”. Sua comunidade emocional está fora da família. Ele ainda insulta seu pai, afirmando nunca ter transgredido seus mandamentos. Contudo, viola o mandamento da honra devida aos pais. Ele se limita a tratar seu irmão como “esse teu filho”, negando assim qualquer relacionamento com o irmão e com o pai. Ele acusa o irmão de gastar os bens com meretrizes. Como ele sabe? Provavelmente é o que ele teria feito. A diferença entre ele e o irmão mais novo é que, enquanto aquele é um “pecador confesso”, ele é “um santo hipócrita”. Tal doença é de cura mais difícil.

O Irmão Mais Velho – 2 – Meditações Diárias 2014 – 24 de maio – Ligado na Videira
Vindo, porém, esse teu filho, que desperdiçou os teus bens com meretrizes, tu mandaste matar para ele o novilho cevado. Lucas 15:30
O discurso do irmão mais velho, na parábola do filho pródigo, é o extravasar de rancor e rebelião reprimidos. A festa, a essa altura, havia parado. A música e a dança tinham cessado. Pesado silêncio paira no ar. Os convidados esperam uma violenta reação paterna. Contudo, pela segunda vez no dia, o pai se humilha. Sua resposta explode em profunda paciência. Ele poderia silenciar o filho e fazê-lo entrar. Se necessário com a ajuda de alguns servos, caso sua autoridade não fosse suficiente.
Mas o pai esquece a omissão de um tratamento respeitoso, a amargura, a arrogância, o insulto, a distorção dos fatos e as acusações injustas. Ao contrário, não há nenhuma crítica ou rejeição em sua resposta. Em agudo contraste, ele inicia com um título afetivo e conciliatório: “filho”. Esse pai ansiou ter os dois filhos em casa na sua festa de celebração. Ele afirma que os direitos de seu filho mais velho estão plenamente garantidos, mesmo quando a graça foi estendida ao pródigo. O pai garante: “Tudo o que é meu é teu” (Lc 15:31). “O retorno do irmão não afeta em nada sua posição.” Gentilmente, o pai o lembra de que o pródigo é seu irmão, e, por isso, ele deveria agir como membro da família.
A inesperada oferta de amor diante do ato de pública humilhação tem sua contrapartida na cruz. O Deus descrito por Jesus na parábola transcende a divindade mesquinha, vingativa e autoritária que é fruto de nossa criação. O Deus de Jesus não necessita possuir nada, nem controlar ninguém. O que Ele tem Ele oferece. Para Ele, a única resposta satisfatória é aquela que brota do amor. O irônico na parábola é que, quando a cortina desce sobre o drama, o filho mais novo, que estava fora, termina dentro da casa do pai. O mais velho, que pretendia estar dentro, permanece fora. O filho mais novo, o “mau caráter” da narrativa, entra na festa de seu pai, enquanto o “bom”, o “santo”, permanece fora, alienado.
Essa é uma séria advertência às vítimas do legalismo, os que estão fora da lei enquanto pretendem guardá-la, os que se julgam “muito bons”. Membros da igreja com a “síndrome do irmão mais velho”, justos e superiores aos próprios olhos, correm o risco de serem apenas escravos de seu personagem, sem serem pessoas autênticas. Eles se esquecem de que, perante Deus, “o que fazemos” é menos importante do que o motivo “por que fazemos”.

Admitir a Doença é Fundamental Para a Cura – Meditações Diárias 2014 – 25 de maio – Ligado na Videira
Pois assim como, por uma só ofensa, veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também, por um só ato de justiça, veio a graça sobre todos os homens para a justificação que dá vida. Romanos 5:18
Se a primeira verdade que aprendemos nas Escrituras a respeito do homem é que ele é um ser criado por Deus (Gn 1:26-28), a segunda verdade fundamental acerca do ser criado é que ele, pela entrada do pecado, alienou-se do Criador (Gn 3:5). Em consequência da queda, toda a posteridade de Adão herdou os resultados de seu pecado e a inclinação pecaminosa. As Escrituras afirmam que Adão foi criado à “semelhança de Deus” (Gn 5:1, 2), mas Adão gerou filhos “à sua semelhança, conforme a sua imagem” (Gn 5:3). Tal ruptura entre o homem e Deus não é uma ilusão ou mito. Não pode ser desconsiderada por qualquer ginástica psicológica. A queda, em sua enorme abrangência, envolveu todos os homens.
A humanidade tornou-se como um rio poluído em sua fonte. Os pecadores não são meramente pessoas que deixam de fazer o que é certo. Eles se tornaram inimigos, colocando seus esforços na direção oposta a Deus. Estão no campo adversário. Desde a queda, o homem natural não pode pensar direito, sentir direito, ver direito nem agir direito. O pecado perverteu e desorganizou toda a raça. Do ponto de vista humano, o pecado é incurável, com o agravante de que ele é o único tipo de enfermidade que leva a vítima a fugir do Médico.
O ser humano tornou-se como um navio cujo leme está fixo, amarrado no ângulo errado. Esta desordem moral e espiritual cobre toda a história humana, sendo perpetuada e expandida em cada geração. Não importa quão ignorantes as pessoas sejam, elas sempre sabem como pecar. Universalmente, os homens “são filhos da ira” (Ef 2:3), “filhos da desobediência” (Ef 5:6). Estão “mortos” em “delitos” (Ef 2:5).
Mas “onde abundou o pecado, superabundou a graça” (Rm 5:20). Se, em Adão, todos fomos expulsos do Éden e morremos; em Cristo, fomos resgatados e reconduzidos ao paraíso. Deus seja louvado por isso!
Em Cristo, pela justificação, somos livres da culpa do pecado; pela santificação, livres do poder do pecado; na glorificação, seremos libertos da presença do pecado. Em sentido final e absoluto, o pecado realmente não tem existência própria, porque não foi criado por Deus. Ele há de desaparecer assim como uma sombra desaparece na presença da plenitude de luz.

Jesus Cristo, Nosso Substituto – Meditações Diárias 2014 – 26 de maio – Ligado na Videira
Aquele que não conheceu pecado, Ele o fez pecado por nós; para que, nEle, fôssemos feitos justiça de Deus. 2 Coríntios 5:21
Esse é o meu texto preferido das Escrituras. Nele encontramos um sumário da doutrina da salvação. Encenações sobre a paixão de Jesus, filmes sobre esse tema ou mesmo milhares de sermões erradamente colocam toda ênfase nos sofrimentos físicos de Cristo, como se esse fosse o elemento central da cruz. A agonia experimentada por Jesus não tem que ver primariamente com mera tortura física. Jesus Cristo morreu na cruz, mas não da cruz. Ele agonizou e morreu sob a condenação do pecado. Sobre Ele, como nosso substituto, foi colocado todo o pecado da humanidade.
O salário do pecado é a morte (Rm 6:23), morte eterna. Jesus pendeu na cruz como nosso substituto. Ele recebeu a condenação que merecíamos. Ele sofreu os horrores da segunda morte sozinho, abandonado por Deus, declarado pecado por nós. Ele experimentou aquilo que os pecadores perdidos e os demônios vão experimentar afinal. Na queda, Adão, o nosso representante, condenou a todos. “Por uma só ofensa, veio o juízo sobre todos” (Rm 5:18). Isso significa morte e condenação. No primeiro Adão, fomos infectados, expulsos do Éden, e a morte passou a todos (Rm 5:12). Mas Jesus Cristo é nosso substituto. Substituição não significa transferência do caráter moral do pecado para Ele. Não significa que Jesus se tornou moralmente pecaminoso ou culpado. Jesus é declarado pecado. O que isso significa é que a sentença do pecador é cancelada, porque a dívida foi atribuída a Cristo e paga por Ele. Ao ser declarado pecado, Jesus tinha pecado sobre Ele, mas não nEle. Da mesma forma, quando O aceitamos e somos declarados justos, temos justiça sobre nós, mas não em nós.
A Ele é atribuído o pecado de todos. Isso é o que parte Seu coração, em horror e agonia. Como já vimos, quando você O vê sangrando, despido e abandonado na cruz, e pergunta “quem é Esse?”, é tentado a responder: “Esse é o Filho de Deus.” Mas essa resposta é um engano. Na realidade, ali está você, na pessoa de Seu representante. Na cruz, Cristo tem nossa face. Os espinhos, símbolo de maldição (Gn 3:18), colocados sobre Ele, na forma de uma coroa, representam a maldição que nos pertencia. Mas isso não é tudo: Ele morreu pelo pecado, para que nós, pelo Seu poder, possamos morrer para o pecado e viver para Ele. 

Desanimado? – Meditações Diárias 2014 – 27 de maio – Ligado na Videira
Irmãos, reparai, pois, na vossa vocação; visto que não foram chamados muitos sábios segundo a carne, nem muitos poderosos, nem muitos de nobre nascimento. 1 Coríntios 1:26
Você está desanimado por sentir-se inadequado e incapaz para os propósitos de Deus em sua vida? Antes de desistir, pense na história das pessoas a seguir.
José era um sonhador inicialmente visto como um alienado. Moisés era “pesado de língua”. Davi não se ajustava à sua armadura. Abraão era muito velho. Miriã, dada à fofoca. Arão era muito tímido. Lucas não era da linhagem de Israel. Pedro era temperamental, agressivo, disfuncional e, às vezes, medroso. João gostava de resolver as coisas na base de “raios e trovões”. Noemi era viúva, além de amarga. Rute não tinha o pedigree adequado. Paulo tinha o gênio difícil. Jonas fugiu da missão. Marta era muito ocupada com os periféricos. Gideão e Tomé duvidavam diante das evidências. Salomão, às vezes, não vivia o que pregava. Marcos desistiu no meio de uma jornada missionária. Elias sofria de depressão e fugiu de uma mulher. Jeremias era muito negativo. Onésimo, além de escravo, era fugitivo. Zaqueu era desonesto. Timóteo, além de muito jovem, sofria de úlcera no estômago.
E Judas? Será que ele foi muito pior do que Pedro? Na noite em que Pedro também traiu a Jesus, facilmente teríamos dois suicidas, não fosse o olhar redentor da graça, voltado para ele. Qual a diferença entre Judas e Pedro? Judas não era íntegro. Resolveu se excluir, embora certamente houvesse perdão também para ele. Mesmo depois do beijo traidor, Jesus o chama de “amigo” (Mt 26:50), na tentativa de fazê-lo pensar e cair em si.
Não mencionei que Moisés também tinha o “estopim curto” e gostava de apresentar desculpas para se omitir ao chamado divino. E o que falar de Davi, com seu duplamente qualificado fracasso moral? A galeria dos “heróis” da fé é enorme. Contudo, diferentemente de outros “patrões”, o Senhor está mais interessado em sua disponibilidade do que em sua habilidade ou inabilidade. Afinal, se você se identifica com alguns desses “improváveis” da lista, lembre-se: Deus pode perdoar e habilitar você. Se Ele pôde usar esses “disfuncionais”, poderá usar você também.

Cego de Um Olho e Surdo de Um Ouvido – Meditações Diárias 2014 – 28 de maio – Ligado na Videira
Acima de tudo isto, porém, esteja o amor, que é o vínculo da perfeição. Colossenses 3:14
Conflitos, desentendimentos e desarmonias entre as pessoas estarão conosco no lar, na igreja e no trabalho enquanto a depravação do pecado poluir a humanidade. Devemos lembrar, contudo, que há algo no nome do Senhor Jesus Cristo capaz diluir a hostilidade e o espírito de revanche.
Charles Spurgeon, conhecido pregador do século 19, em Londres, na Inglaterra, tinha um amigo pastor, Newman Hall, que escreveu um livro intitulado Come to Jesus (Venha a Jesus). Outro pregador publicou um artigo no qual ridicularizava Hall. Este, pacientemente, tolerou a ofensa por algum tempo. Mas, quando o ataque ganhou popularidade, Hall assentou-se e escreveu uma carta de protesto. Sua resposta estava cheia de retaliações, linguagem irônica, sarcasmo e revanche. Superava qualquer coisa no artigo que o atacava. Antes de enviar a carta, o Dr. Hall levou-a para que Spurgeon desse sua opinião.
Spurgeon leu a carta cuidadosamente e a entregou de volta a seu autor. Afirmou que era perfeita e que o autor do artigo ofensivo merecia uma resposta como aquela. “Mas”, acrescentou o grande pregador, “nela falta uma única coisa”. Depois de uma pausa, Spurgeon continuou: “Sob sua assinatura, você deve escrever as palavras ‘Autor de Venha a Jesus’”. Os dois homens se olharam por alguns minutos. Então, Hall rasgou sua carta. Aquela carta, ele entendeu, era inapropriada diante do nome de Cristo. Imprópria para o homem que escrevera um livro sobre ir a Jesus.
Você tem pessoas difíceis em sua vida? Um inimigo a quem você não pode perdoar? Alguém o difamou e o ofendeu? Você se considera um cristão e sabe do que foi perdoado por Ele? O mesmo Charles Spurgeon pregou um poderoso sermão, com o título “Cego de um Olho e Surdo de um Ouvido”. O texto foi-me enviado por um amigo, para ser traduzido, e tem sido uma bênção extraordinária para mim. Segundo Spurgeon, se o atacarem ou falarem de você, não vá atrás, não busque saber, não tire satisfação. Isso não é para seu benefício. Para Spurgeon, não devemos ver ou ouvir tudo o que falam a nosso respeito. Razão? Nós somos essencialmente piores do que tudo aquilo que puderem falar de nós. Assim, eles não estão completamente errados! 

As Escolhas de Deus – Meditações Diárias 2014 – 29 de maio – Ligado na Videira
Depois, subiu ao monte e chamou os que Ele mesmo quis, e vieram para junto dEle. Então, designou doze para estarem com Ele e para os enviar a pregar. Marcos 3:13, 14
Desde o início de Seu ministério na Galileia, Jesus Cristo foi uma figura altamente controversa. Ele não observava o sábado como as celebridades religiosas. Era amigo dos pecadores. Era pouco ortodoxo com relação ao formalismo e tradições. Desconsiderou as cerimônias e superstições do sistema religioso dominante. Sistematicamente Ele expôs a religião farisaica ao ridículo, acusando seus personagens de coarem mosquitos e engolirem camelos, preocupados com ciscos, enquanto tinham a visão impedida por estacas. Repreendeu o exibicionismo dos que se desfiguravam ao jejuarem para garantir o louvor dos homens e oravam em praças públicas para serem vistos e aplaudidos.
Ao selecionar os continuadores de Sua missão, Ele não escolheu um único rabi, escriba, fariseu, saduceu, levita ou sacerdote. Os escolhidos foram retirados de ocupações simples: pescadores, camponeses e um coletor de impostos. A escolha dos doze apóstolos parece ser Seu manifesto contra o judaísmo institucional. Era sua forma de dizer que Ele não reconhecia os líderes religiosos de então. Note ainda que Ele escolheu doze, não sete, dez ou vinte. O número em si era cheio de importância simbólica. Israel, as doze tribos do passado, havia apostatado. A religião deles havia sido prostituída pelo legalismo e a arrogância do tradicionalismo, baseada em mera descendência física. A escolha dos doze era a reivindicação messiânica de Jesus. Em Sua autoridade, Ele estabeleceu um novo Israel, um novo culto e um novo concerto. Um novo reino, onde o que conta é proximidade com o Rei.
Se você visitar as catedrais da Europa ou do Canadá, terá a impressão de que os apóstolos originais eram figuras colossais, ao vê-los imortalizados nos vidros estanhados, em estátuas e pedestais, como se fossem um tipo de deus romano. Essa é a maneira como a canonização e a arte os desumanizaram. Mas a verdade é que os apóstolos originais eram pessoas comuns e perfeitamente humanas. Qual a virtude deles? Aquilo que estava no coração: integridade e sinceridade, que os agudos olhos do Mestre não deixaram de perceber. Tais apóstolos, exceto Judas, representam para nós um enorme encorajamento. Com a escolha desses “improváveis”, Jesus nos está dizendo: “Se posso trabalhar com esses, posso trabalhar com você também.”

Quem é o Seu Deus? – Meditações Diárias 2014 – 30 de maio – Ligado na Videira
Porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração. Mateus 6:21
William Temple certa vez afirmou: “Sua religião é aquilo que você pensa quando está sozinho.” Em outras palavras, o verdadeiro deus de seu coração é aquilo que ocupa seu pensamento, sem qualquer esforço, quando nada demanda sua atenção. Aquilo em que você realmente tem prazer em pensar. Com o que você se ocupa mentalmente com frequência? Com o que você sonha acordado? Sucesso? Carreira? Bens materiais, uma casa nova, um carro? Um relacionamento com uma pessoa em particular? Não creio que “sonhos” ocasionais sejam uma indicação de idolatria. É a frequência, a constância do “sonho” que conta. Pergunte a você mesmo: “Em que penso habitualmente, na privacidade de meu coração?” Qual é, realmente, o amor de seu coração? Provavelmente aí esteja seu ídolo. Outra maneira de discernir o verdadeiro amor de nosso coração é observar em que gastamos a maior parte de nosso tempo vago.
Ainda outro teste pode ser este: em que você gasta seu dinheiro? Segundo Jesus, nosso coração está onde é colocado nosso tesouro. Seu dinheiro, normalmente, flui sem muita dificuldade em direção àquilo com o que você realmente se importa, e a realidade demonstra que os cristãos modernos são tão materialistas como qualquer outra pessoa em nossa cultura. Isso deixa suas digitais no uso que fazemos do dinheiro. Segundo Paulo, se Deus e Sua graça são aquilo que você mais ama, você encontrará formas de utilizar o dinheiro em serviço solidário, altruísta (2Co 8:7-9). A maioria de nós, contudo, tende a gastar mais em roupa, amenidades preferidas ou em símbolos de status. Nosso estilo no uso do dinheiro revela o que adoramos.
Finalmente, um teste adicional de idolatria é encontrado em como as coisas espirituais realmente afetam nossos planos no nível concreto. Em sua vida, qual é o impacto daquilo em que você diz crer? Você pode afirmar que acredita no segundo advento, mas como isso afeta suas “construções” físicas e metafóricas? Muitos de nossos projetos facilmente revelam em que realmente cremos. Em muitos casos, aquilo que pregamos ou em que dizemos acreditar não exerce qualquer influência real. Mas, claro, podemos utilizar discursos ou motivações falsas para justificar a idolatria prática, seja ela pessoal ou corporativa. Mas que discurso podemos apresentar ao Deus que conhece as mais secretas intenções?

Instrumentos da Graça – Meditações Diárias 2014 – 31 de maio – Ligado na Videira
Cantou o Galo. Então, voltando-Se o Senhor, fixou os olhos em Pedro, e Pedro se lembrou da palavra do Senhor, como lhe dissera: Hoje, três vezes Me negarás, antes de cantar o galo. Lucas 22:60, 61
No contexto de Sua última noite, Jesus faz uma solene advertência ao arrogante discípulo: “Simão, Simão, eis que Satanás vos reclamou para vos peneirar como trigo! Eu, porém, roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça” (Lc 22:31, 32). O que estaria Jesus dizendo com essas palavras enigmáticas? Confuso, Pedro tenta articular uma resposta, afirmando sua lealdade, sugerindo que Cristo estava errado: “Senhor, estou pronto a ir contigo, tanto para a prisão como para a morte” (v. 33). No próximo verso, Jesus menciona a tríplice traição, antes que o galo cantasse naquela noite (v. 34).
A sequência dos eventos é rápida. Então, encontramos Pedro ao redor do fogo aceso no pátio da casa de Caifás. Distante, ele testemunha em silêncio o que fazem com o Mestre. As chamas da fogueira dançam na noite e iluminam sua face. “Este é um deles”, diz uma voz rouca. O atônito discípulo muda de lugar. O clima de morte paira no ar. Duas outras vezes ele é reconhecido. Finalmente, Pedro não apenas O nega, ele O amaldiçoa. A negação de Pedro estala na face de Cristo pior que as bofetadas de Seus inimigos.
Nesse instante, depois de mentir e amaldiçoar, quando sua torpeza e deslealdade estão consumadas, “estando ele ainda a falar” (v. 60), ouve soar nas trevas da fria madrugada o canto de um galo, como o toque de clarim longo e melancólico. Uma espada lhe atravessa a alma.
Agora observe a sequência imediata no verso 61: “Então, voltando-Se o Senhor, fixou os olhos em Pedro.” Jesus usa dois instrumentos aparentemente insignificantes para redimir o fracassado discípulo: um galo e um olhar. O galo, uma avezinha comum, teve só uma função: fazer Pedro olhar para Jesus. Pense nas circunstâncias: amarrado, com os lábios inchados, debilitado, em que pensava Ele? Em não expor Pedro. Jesus não poderia dirigir-Se a Seu discípulo ou chamá-lo. Isso significaria colocar sua vida em risco, além de evidenciar sua vergonha e traição. Nesse momento não há nenhuma palavra, apenas um olhar no qual Jesus concentra toda a graça do Universo. Aquele olhar queima Pedro por dentro. Ele sente que, embora tenha falhado, sendo vergonhosamente desleal, nada é capaz de fazer o Senhor deixar de amá-lo.
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